domingo, 30 de outubro de 2016

N 8004 – Sanchez de Lima "El Arte Poetica en Romance Castellano". 123 páginas.  Edición de Rafael de Balbim 1944. Encadernado com as duas faces da capa armoreadas. com estojo em cartão. Folhas brumidas a ouro.
La figura de Miguel Sánchez de Lima, portugués recriado en España y autor de la primera poética italianizante del siglo XVII, se caracteriza por una absoluta carencia de datos biográficos. La memoria de su nombre y su gloria de escritor se cifran exclusivamente en el pequeño volumen intitulado «El arte poética en romance castellano», impreso en Alcalá de Henares en 1580, que le convierte en el autor de la primera poética castellana renacentista del siglo XVI.
Portugués nacido en Vaiana o Viana de Lima y criado en España, vivió al servicio de don Juan Fernández Pacheco, Marqués de Villena, y fue tal vez capellán de su casa como induce a sospecharlo el tono de moral adoctrinamiento que suena en muchos pasajes de su obra. Poeta mediocre, compuso sin embargo un célebre Arte poética (Alcalá, 1580), la primera castellana dentro de la estética del Renacimiento italianizante, que sin duda leyó Miguel de Cervantes, pero que no menciona en su repertorio estrófico los populares romances. Ataca, como el célebre autor del Quijote, los libros de caballerías y propugna un teatro sometido a las unidades aristotélicas.


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N 8001 – Cantigas leva-as o vento por. Vicente Arnoso .1ª Edição de 1915. (Vicente Miguel de Paula Pinheiro de Melo - 3º Conde de Arnoso) (1880 - 1925). Poeta. Encadernado em pele trabalhada. Como novo. Assinatura de posse.130 Páginas.
ARNOSO, Vicente Miguel de Paula Pinheiro de Melo
Poeta e comediógrafo nasceu em Lisboa, no dia 9 de Dezembro de 1882, onde faleceu a 15 de Junho de 1925.
Era filho do Conde de Arnoso de quem herdou não só o título mas as suas qualidades intelectuais.
Formado em Direito pelo Universidade de Coimbra, a sua passagem por esta cidade deixou recordações no espírito académico da sua geração, que lhe votaram verdadeiro culto.
Quando acabou a formatura pensou em seguir a carreira diplomática, chegando ainda a ocupar o lugar de adido à legião de Berlim. A transformação política que por essa ocasião se operou no país, fê-lo abandonar a carreira. Consagrou-se, então, à vida literária, à qual honrou com obras cheias de inspiração, reveladoras, todas elas, da grande ternura que teve pelo povo e em especial pela terra onde passou os mais belos dias da mocidade: Coimbra nobre cidade, livro de memórias publicado em 1909; Cantigas...leva-as o vento, 1915 e Quem canta seus males espanta, 1916, em cujas páginas se encontram algumas das suas mais belas quadras, de sabor popular.
Para teatro escreveu: O Chico, episódio em 1 acto, escrito em colaboração com C. Roquete e levada à Cena no Teatro Nacional em 1916; Dor que Mata, episódio dramático, em 1 acto, expressamente feito para a festa artística da actriz Adelina Abranches e representado no Teatro Avenida em 1917; O Último Senhor de São Geão, peça em 3 actos, estreada no palco do Teatro República em 1917, tendo como protagonistas Ferreira da Silva e Chaby Pinheiro e Coimbra, Terra de Amores, em honra da velha cidade universitária, representado com enorme êxito no Teatro Nacional de Lisboa, em 13 de Janeiro de 1916. De um conto de seu pai extraíu, em 1919, uma peça em 3 actos, A Guitarra do Brás, cujo manuscrito inédito se conserva no Teatro Nacional.
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N 8002 – Carta de Guia de Casados por D. Francisco Manuel de Melo. Porto Typographia Pereira da Silva 1873. Prefácio de Camillo Castello Branco. 204 Páginas. Encadernado, em muito bom estado
D. Francisco Manuel de Melo conheceu o cárcere e o naufrágio, missões diplomáticas, a amizade de Quevedo e de Castelo Melhor, a Academia dos Generosos, exílios, tranquilidade campesina – vida aventurosa que Camilo viu marcada pelo talento e pela desgraça ao reeditar a Carta de Guia de Casados em 1873.
Desde a sua primeira publicação (1651, Lisboa) até ao momento presente, a Carta de Guia de Casados de D. Francisco Manuel de Melo tem contado com uma rara atenção editorial e uma presença significativa na instituição escolar, o que deixa antever um enraizamento muito forte ao nível do sistema cultural português. Com base nesse amplo espectro de leituras que mais de três séculos e meio ajudaram a consolidar – e que começa a tomar corpo logo nos enunciados paratextuais que acompanham essas edições –, pretende-se reflectir sobre os usos e formas de apropriação e partilha, sobre o papel de um texto que cedo se tornou ponto de referência na construção de uma certa identidade masculina e, por extensão, do lugar da mulher na esfera pública e privada. Dos seus primeiros leitores (numerosos, se contarmos o impacto em território nacional e no estrangeiro, nomeadamente na Inglaterra e na Espanha)
Esta obra, foi escrita na Torre Velha  de Porto Brandão no concelho de Almada onde o escritor e militar esteve preso.  D. Francisco Manuel de Melo (1608-1666), acusado de um crime que sempre negou, aí escreveu uma das suas obras mais importantes, “Carta de Guia de Casados”. Na mesma época, há registo de três escravos moradores na localidade, dois dos quais pertencentes ao comandante da Torre.
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sábado, 29 de outubro de 2016

N 8000 – António Correia dÓliveira. Dizeres do povo. 2ª Edição Livraria Aillaud & Bertrand. Encadernado em pele trabalhada em bom estado geral.  Raro conjunto de 116 quadras que têm por mote “Dizeres do Povo”. 146 Páginas.
 Durante a sua estadia em Esposende, no Hotel Central, de onde se deslocava para ir almoçar diariamente na Casa de Belinho, em S. Paio de Antas, Correia de Oliveira escreveu a primeira edição do seu livro “Dizeres do Povo”, publicando-a ainda em 1911 e dedicando-a à noiva.
O nº306 da Ilustração Portuguesa (de 1 de Janeiro de 1912), ilustrava uma notícia sobre o lançamento do mais recente livro de poemas de António Correia de Oliveira, “Dizeres do Povo”.
A apresentação da obra rezava assim (repare-se na carga adjectival):
“O novo e encantador livro do ilustre poeta António Correia de Oliveira chama-se Dizeres do Povo e são realmente adágios que andam nas bocas populares, que o poeta nele exprimiu, deixando-lhes as suas verdades, engastando-os na doçura simplista dos seus lindos versos. São algumas das belas quadras do novo trabalho do autor do “Auto do Fim do Dia”, da “Raiz”, das “Parábolas”, da “Tentação de S. Frei Gil” e de outras obras primas que para esta página transcrevemos.”

António Corrêa d’Oliveira (São Pedro do Sul, 1878 — Antas, 1960) foi um poeta português. Estudou no seminário de Viseu, indo depois para Lisboa onde trabalhou como jornalista no Diário Ilustrado. Tendo casado com uma rica proprietária minhota, fixa-se na freguesia de Antas, concelho de Esposende, indo viver para uma quinta, ainda hoje existente, chamada Casa de Belinho. Devido a esta relação com o concelho de Esposende a antiga escola preparatória da cidade chama-se Escola EB 2 e 3 António Correia de Oliveira.
Grande poeta neogarrettista, foi um dos cantores do Saudosismo, juntamente com Teixeira de Pascoaes e outros. Ligado aos movimentos culturais do Integralismo Lusitano e da revista Águia, Atlântida, Ave Azul e Seara Nova.
Convictamente monárquico, transforma-se num dos poetas oficiosos do Estado Novo, com inúmeros textos escolhidos para os livros únicos de língua portuguesa do sistema de ensino primário e secundário. Foi o primeiro Português a ser nomeado para o prémio Nobel e a própria concorrente vencedora, Gabriela Mistral, declarou publicamente, no acto solene, que não merecia o prémio, estando presente o autor do “Verbo Ser e Verbo Amar”.

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terça-feira, 25 de outubro de 2016

N 7890 – Convenção Ortográfica Luso-Brasileira 1945. Segundo o D. L. nº 35228 de 8 de Dezembro de 1945. Lisboa, Imprensa Nacional. Lisboa, 53 Páginas.

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N 7889 – Almanaque Náutico para o ano de 1953. Públicação da Junta Nacional da Marinha Mercante. Almanaque que fornece ao navegador dados sobre os astros constantes das diversas tábuas de navegação, dados estes que a navegação astronómica no mar requer diariamente. Valorizado com o Carimbo da Canhoeira Zaire. 236 Páginas.

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segunda-feira, 24 de outubro de 2016

N 7888 – A Toutinegra do Moinho por Emílio Richebourg. 2 Volumes :Vol I 843 Páginas; Vol II 796 Páginas. Lisboa , Antiga csa Bertrand – José Bastos 1895 , Obra profusamente ilustrada com 100 gravuras de J. J. Meyer. Encadernado, alguns sinais de uso.

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N 7885 – História de Portugal por Rocha Martins. Obra Patriótica sob o patrocínio do Diário de Notícias. Tip. da Empresa Nacional de Publicidade, Lisboa, 1929. In-8.º de 533-I págs. Encadernação em tela com gravações a ouro. Primeira edição. Bom exemplar

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quinta-feira, 20 de outubro de 2016

N 7884 – Tribuna de Júlio Dantas. 1ª Edição Livravaria Bertrand. Discursos sobres as ideias, os homens e os acontecimentos.287 Páginas. Colectânea de "vinte e cinco dos mais notáveis discursos proferidos pelo autor em diferentes actos públicos".

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N 7883 – Boletim da Junta de Provincia da Estremadura 1940. Diretor Carlos Botelho Moniz. 32x23,5cm.
BOLETIM DA JUNTA DE PROVÍNCIA DA ESTREMADURA (Lisboa, 1938-1940) – Publicação anual de “carácter científico e literário”, editada de 1938 a 1940 e de 1943 a 1959 (2.ª série), pela Junta de Província da Estremadura (Edições), entidade que antecedeu a Junta Distrital de Lisboa, hoje Assembleia Distrital de Lisboa.
Os conteúdos dos três anos analisados situam-se nas questões gerais que afectavam a vida da Província e nas particulares de cada concelho. Há um enfoque claro na divulgação da obra do regime político, quando se dá o foco a questões em resolução como, por exemplo, os dispensários de puericultura, a eletrificação concelhia e as estações de correios, telégrafos e telefones. Relevam-se os trabalhos da Mocidade Portuguesa e da Legião Portuguesa. Em simultâneo, surgem textos históricos ou de cariz patrimonial, bem como as realizações dos Centenários, em toda a Província. Elevam-se a um pedestal as figuras dos presidentes Carmona e Oliveira Salazar e do Cardeal Cerejeira.

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N 7882 – Centenário da morte do Infante D. Henrique 1460-1960. Edição comemorativa do V centenário da morte do Infante D. Henrique . Artur Marques (Coordenação) Fernandes Gomes (Administração) Fernando Correia (Ilustração) . Gráfica da Sé Lda. 200 Páginas. + figuras. 33x24cm.


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quarta-feira, 19 de outubro de 2016

N 7879a – A Morta Galante de Marcelino Mesquita. Bibliografia Literária nº 7 do Intituto Pasteur de Lisboa. 5 Pág. Monólogo em verso editado pela primeira vez em 1900.


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